Bem vindos

O crescimento da Associação Orquidófila Piracicabana - ORQUIPIRA foi a mola propulsora para a criação deste canal de comunicação, já que realizamos inúmeras atividades e nem sempre a divulgação dos eventos era feita de modo adequado. Utilize este espaço para sugerir, opinar, criticar, divulgar eventos relacionados a orquidofilia. Queremos fazer deste blog uma ferramenta importante para cada aficcionado pelas orquídeas.

Saudações orquidófilas

Robinson Viegas dos Reis
Presidente da ORQUIPIRA

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O que estará acontecendo com a CAOB - Parte 2?

Já está perdendo a graça e eu tornando-me um chato, mas não é possível passar por cima de tantas situações incoerentes. Depois de uma semana de espera para a publicação das planilhas de pódios de Santo André e Marília, finalmente elas estão on line, mas não vejo motivos para comemorar, pois um olhar mais atento, mostra tantas falhas que talvez fosse melhor continuarmos na ignorância. Exagero de um velho rabugento? Alucinação?
Em Santo André: o terceiro lugar na categoria I, espécie nacional, é o cruzamento de uma Cattleya percivaliana tipo x "Summit". Como todos sabem esta espécie ocorre da Colômbia à Venezuela, com as maiores populações neste segundo país. O que ela está fazendo no pódio de espécies brasileiras? Para piorar o primeiro lugar de espécie estrangeira foi concedido a uma Cattleya bicolor e o segundo lugar a uma Cattleya tenuis, ambas genuinamente brasileiras.
Em Marília: o primeiro lugar para espécies monopodiais foi para um híbrido, a Vanda Gordon Dillon e o terceiro para outra planta híbrida, um cruzamento de Vanda sanderiana x Vanda Pachara Delight.
Pese sobre estes erros, as mais de 301.700 visitas registradas no site da CAOB (algo próximo a 200 por dia). Quem visita o site busca informação de qualidade e acredita que um órgão com mais de 200 afiliados, dentro de uma área totalmente específica, é fonte irrefutável. Ledo engano!
Será pedir muito, um pouco mais de atenção? Se os juízes não sabem, recorram aos coordenadores e estes a diretoria executiva, ao conselho técnico... Alguém precisa assumir a responsabilidade da informação, tornando-a mais ágil e confiável. É o mínimo que podemos esperar.

8 comentários:

Anônimo disse...

TEMOS QUE CONTINUAR INSISTINDO , APONTANDO AS FALHAS MAS TAMBEM OS CAMINHOS .......BETE

Anônimo disse...

Tá na hora da CAOB selecionar juizes competentes e com grande conhecimento de orquideas, e não simplesmente pelo conhecimento superficial de orquidofilos colecionadores. Por isso nunca pretendi participar de julgamentos. A profissionalização nesta area é uma necessidade gritante. Juizes profissionais que fariam o julgamento e receberiam por isso. Ainda outra coisa, não tá na hora de agilizar o site da CAOB com outro programador, para que os resultados saiam mais rápido? É a minha opinião. Olitta

Anônimo disse...

muito bem Fernando! Mas por enquanto se esses mesmos juizes conhecem e respeitassem o regulamento ja estaria de bom tamanho. bete

Anônimo disse...

Desde o início deste ano a CAOB agrupou as categorias VII e VIII na categoria VII. Portanto Monopodiais espécie e híbrido agora são categoria VII e não existe mais a categoria VIII.
Detalhe: não avisaram oficialmente e só fiquei sabendo pois reclamei pessoalmente com um dos coordenadores.

Robinson disse...

Se a CAOB realmente acabou com a categoria VIII, teria obrigação de avisar as entidades, principalmente quando repetidas vezes enviei reclamações sobre o assunto.É no mínimo um desrespeito. Quanto mais ouço mais surpreso fico!

Almir Jose Maria disse...

Bom dia! Sou da Associação Orquidófila de Divinópolis/MG e entrei no fascinante mundo orquidófilo há seis anos. Sempre defendi que a orquidofilia deve ser tratada com a consciência científica que ela merece. Gostaria inicialmente de parabenizar pela iniciativa do BLOG. Acredito que a nova diretoria da CAOB está lutando para acertar, mas nem sempre mudanças ocorrem sem que ocorram também os erros. As adequações são fundamentais, como, por exemplo, a unificação das categorias de monopodiais. Imaginava que aquela pesquisa feita há alguns meses iria dar bons frutos. Acho que o coordenador de uma exposição deve ter o cuidado para que erros como o das espécies estrangeiras e brasileiras, citado anteriormente, não ocorra. Sua atividade de coordenar o trabalho dos juízes é justamente para corrigir estas falhas. Outra coisa que reprovo é a atividade de alguns juízes que advogam em causa própria. Já tive algumas plantas premiadas e sempre procuro abster-me de julgar plantas de minha associação, principalmente se estas concorrem a um lugar no pódio de uma exposição, pois considero isso antiético. Acho que a orquidofilia não pode ter cunho político e não pode se ater a questões pessoais ou de foro íntimo. A atividade dos juízes não é fácil, sempre que possível deve ser tratada com um pouco compreensão, pois ainda não conheço, com a atual divisão de categorias, ninguém que possa ser considerado a assumidade em matéria de julgamento. A humildade é fundamental e um instrumento de consulta dos manuais existentes (como a listagem de sinônimos e plantas divididas nas categorias) também. Particularmente, faço uso de um smartphone e, sempre que preciso, busco ajuda com orquidófilos mais experientes. Um forte abraço e boa sorte a todos....

Robinson disse...

As mensagens apresentadas no blog são apenas um resumo de todas as extensas correspondências enviadas a CAOB e nelas deixo claro que aponto as falhas apenas para que as correções possam ser feitas e que a cada dia a orquidofilia progrida. Hoje recebi a planilha de julgamento de Catanduva e na planilha de julgamento não existe mais a categoria VIII. Falta agora mudar no regulamento de julgamento existente no site da CAOB, avisar todas as entidades da mudança e repensar se as categorias IX, X e XI virarão VIII, IX e X. Enquanto a mudança não for feita, continuar é tudo errado.

Almir Jose Maria disse...

É muito bom saber que existem pessoas como você na orquidofilia. Quiçá tivéssemos mais pessoas ligadas à CAOB com esta preocupação constante no sentido de fazer crescer a coordenadoria. O erro de Santo André é grave e acho que deve servir de exemplo para que fiquemos todos alertas, principalmente os coordenadores. Um abraço a todos...